Tag: Política

São Joaquim do Monte celebra 95 anos de emancipação política com shows
por Letícia Lima
O dia 15 de setembro foi de festa no município de São Joaquim do Monte, no Agreste pernambucano. A Terra da Romaria encerrou as comemorações dos 95 anos de sua emancipação política.
As comemorações, que foram iniciadas no dia 9 de setembro, contaram com atos religiosos, momentos culturais e grandes shows.
O Pátio de Eventos João Tenório recebeu três grandes atrações: Dorgival Dantas abriu a noite cantando os seus maiores sucessos. Acompanhado dos filhos, o ícone da música nordestina fez o público dançar e cantar.
Em seguida, a Banda Gatinha Manhosa recordou os clássicos do forró romântico. Quem encerrou a noite foi a cantora Michelle Andrade.
Para o prefeito Duguinha Lins (PSDB), celebrar os 95 anos de história de São Joaquim do Monte é um momento de emoção e alegria.
"Finalizamos mais uma festa de emancipação, movimentando o comércio, atraindo turistas, e oferecendo uma festa segura e que acolhe a todos. Fico muito feliz em ser o prefeito de todos os são-joaquinenses e de poder contribuir para a história da nossa gente", enfatizou. [...]

‘Teremos mudanças para as Eleições 2024?’ – por Diana Câmara
OPINIÃO - Demorei para escrever sobre esse tema porque queria realmente esperar os desdobramentos da (repentina) minirreforma, em especial porque o papel deste espaço é trazer informações sobre o Direito Eleitoral e as eleições, das regras, normas e alterações e não das especulações (até para não confundir o leitor).
Contudo, diante de tanta mídia sobre o tema e de tantas perguntas que venho recebendo, decidi trazer alguma informação sobre isso. Hoje, a definição é que não se pode garantir que esta minirreforma irá ser aprovada e ter validade para as eleições municipais do próximo ano.
É preciso fazer uma retrospectiva para entendermos o cenário como um todo. Vamos lá. Em 2019, faltando apenas alguns dias para acabar o período de alteração legislativa para as Eleições 2020, quando muitos já não acreditavam que iria ter alteração nas leis eleitorais (como neste ano há pouco tempo atrás), eis que o Congresso aprova uma “minirreforma” eleitoral no apagar das luzes.
Com artigos controversos (como agora), a reforma teve muito a ver com definições sobre os recursos financeiros que circulam nos partidos, fundo partidário e fundo especial de financiamento de campanha, criando uma série de possibilidades novas para o uso do dinheiro público recebido pelos partidos, até mesmo para uso no impulsionamento de publicações em redes sociais e mecanismos de busca na internet.
Além disso, entre as regras que beneficiam as legendas estavam uma brecha para aumentar o valor destinado ao fundo eleitoral, a anistia a multas eleitorais, além da volta do tempo de propaganda partidária gratuita em rádio e TV. Em resumo, teve uma reforma apressada, mal debatida, e que teve vigência nas Eleições 2020.
Em 17 de setembro de 2021, a Câmara aprovou o texto-base do novo Código Eleitoral, que propõe uma ampla mudança nas regras para partidos e para as eleições, e foi enviado para votação no Senado. Alguns especialistas criticaram a proposta, pois viam nela uma piora em relação às atuais regras partidárias e eleitorais. Outros, viam a ausência de um amplo debate, inclusive com a sociedade civil, como algo equivocado.
A reforma discutida no código eleitoral é considerada como um “novo Código Eleitoral”, por ter como objetivo a consolidação de toda a legislação eleitoral e as resoluções do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Está no Senado desde então e sem maiores movimentações. Ou seja, não entrou em vigor, está até então engavetada no Senado.
O que acabou tendo foi apenas a promulgação da Emenda Constitucional 111, de 2021, que traz mudanças nas regras eleitorais. Entre os dispositivos inseridos na Constituição pela emenda, por exemplo, estão o que incentiva as candidaturas de mulheres e pessoas negras (os votos dados a candidatas mulheres e pessoas negras serão contados em dobro para efeito da distribuição dos recursos dos fundos partidário e eleitoral nas eleições de 2022 a 2030) e constitucionaliza a fidelidade partidária (deputados federais, estaduais e distritais e vereadores que saírem do partido pelo qual tenham sido eleitos não perderão o mandato se a legenda concordar com a saída).
Voltando para os dias atuais, como dito no início, agora a Câmara aprovou uma legislação também próximo ao prazo máximo para ter vigência nas Eleições Municipais de 2024 (dia 06 de outubro, em virtude do princípio constitucional da anualidade), alterando diversas normas importantes para a eleição, inclusive nos critérios para o resultado dos eleitos (com alteração, por exemplo, na distribuição das cadeiras) e o Senado já se posicionou, em síntese, que não vai ter pressa na análise deste novo projeto de lei, que não garante tramitar, discutir e votar nos próximos dias e que pretende tramitar em conjunto o PL da minirreforma proposto agora e o do “novo Código Eleitoral”, que está lá desde 2021. Uma vez apensadas, as matérias teriam celeridade e uma única votação em plenário.
Entretanto, o Presidente do Senado Rodrigo Pacheco deixou claro que “aqui no Senado já possuímos uma responsabilidade sobre a discussão do código eleitoral, que está sendo debatido na comissão de Constituição e Justiça e agora a Câmara faz agora uma nova reforma, com novos institutos. O que me cabe como presidente é, assim que essa matéria chegar ao Senado Federal, despachar para a CCJ, para que seja apensado àquilo que já existe nessa mesma matéria que é o código eleitoral”.
Vale lembrar que são muitos temas, polêmicos e que realmente mexem com as regras do jogo eleitoral, tanto no novo Código Eleitoral quanto na atual Minirreforma. Ou seja, tudo pode acontecer, inclusive nada.
“É algo complexo, é um código inteiro. Então, nós temos que avaliar se é possível fazer isso em duas semanas ou não. De qualquer forma, nós não podemos produzir uma legislação na pressa e especialmente uma legislação dessa natureza. Mas vamos avaliar”, frisou Pacheco. E ele está certo.
Assim, com parcimônia, vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos e quando de fato tiver algo definido em relação às Eleições de 2024 e eventuais novas regras prometo trazer cada detalhe esmiuçado nos artigos seguintes.
*Diana Câmara é advogada especialista em Direito Eleitoral, ex-Presidente da Comissão de Direito Eleitoral da OAB/PE, membro fundadora e ex-presidente do Instituto de Direito Eleitoral e Público de Pernambuco (IDEPPE), membro fundadora da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP) e autora de livros. [...]

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A celebração, que faz parte da programação de 128 anos do município, contou com as apresentações do Padre Adilson Simões, Ziza Fernandes e Davidson Silva [...]

Presidente da Alepe cobra ação da SDS contra mortes de policiais no Grande Recife
por Letícia Lima
O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, deputado Álvaro Porto, cobrou, nesta sexta-feira (15), uma resposta rápida da Secretaria de Defesa Social (SDS) sobre o assassinato de três policiais nessa quinta-feira (14.09), na Região Metropolitana do Recife.
De acordo com Porto, os policiais não podem se tornar vítimas da violência. “É preciso uma reação dura por parte da SDS”, enfatizou.
Os policiais Eduardo Roque e Rodolfo Silva, ambos do 20º Batalhão da PM, foram mortos durante tiroteio em Tabatinga, Camaragibe, Região Metropolitana do Recife.
Já Adyniel Ulisses, pernambucano que era soldado da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, foi morto ao reagir a assalto em Cruz de Rebouças, em Igarassu, também na RMR.
O presidente da Alepe também se solidarizou com as famílias enlutadas e enfatizou que episódios como estes não podem continuar a acontecer, deixando a sociedade e as próprias Polícias reféns da insegurança e da criminalidade.
“Nossos pêsames aos amigos e familiares neste momento de despedida e sofrimento”, disse. [...]

PSOL-PE escolhe nova direção partidária e rumos do partido neste sábado (16)
por Letícia Lima
O 8º Congresso do PSOL-PE aconteceu neste sábado (16), e ao menos 151 delegados(as) estaduais, eleitos(as) durante as plenárias municipais, escolherão o novo comando da legenda pelos próximos três anos.
O encontro acontecerá, a partir das 10h, no Clube do Sindsprev, na BR-101, Km 57 - s/n - no bairro da Guabiraba, no Recife.
Na ocasião, também serão debatidas quatro teses propostas pelos grupos que disputam o comando da legenda.
As teses que disputam o comando do PSOL em Pernambuco são: Primavera Socialista por um PSOL Popular; Psol Pernambuco de Todas as Lutas- Revolução Solidária; PSOL-PE Independente! Pra Lutar contra a Extrema-direita e Conquistar Direitos e Sementes PSOL-PE.
A tese 02 “Revolução Solidária” teve 1.956 dos 4.379 votos nas etapas municipais. Isso corresponde a quase 45% dos eleitores.
O grupo, que já larga na frente, tem como referência a deputada estadual Dani Portela; a vereadora do Recife Elaine Cristina, as ex-codeputadas das Juntas Robeyoncé, Jô Cavalcanti e Joelma Carla, além de Eugênia Lima, em Olinda, e o atual presidente estadual Tiago Paraíba.
O grupo Primavera Socialista por um PSOL Popular é representado por João Arnaldo. O PSOL-PE Independente! Pra Lutar contra a Extrema-direita e Conquistar Direitos tem à frente do grupo o dirigente Leandro Recife ; e a tese Semente PSOL-PE, é representada pelas ex-codeputadas Carol Vergolino e Kátia Cunha, além do vereador do Recife Ivan Moraes. [...]

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