Aterro de Ipojuca, criado no governo Carlos Santana, é destaque em gestão de resíduos e preservação do solo

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Aterro Sanitário Ipojuca

Nesta semana do meio ambiente, a destinação dos resíduos sólidos pelos municípios volta a ganhar destaque. Em Pernambuco, Ipojuca é referência nesta área. Construído em 2013, durante o mandato do ex-prefeito Carlos Santana, o município inaugurou o Aterro Sanitário do Ipojuca, localizado no Engenho Água Fria, um projeto que chama atenção nacional em preservação ambiental.

O Aterro do Ipojuca completa uma década neste ano e segue como modelo de referência para todo o Estado, e é o único aterro pernambucano com sistema de tratamento líquido residual de lixo, conhecido como chorume. Na época da inauguração do aterro, a prefeitura também asfaltou o acesso ao equipamento, garantindo o transporte dos resíduos até o destino final.

Aterros sanitários possuem diversas vantagens sobre os lixões. São obras projetadas especificamente para o descarte adequado do lixo urbano, com sistemas de captação, armazenamento e tratamento do chorume e biogás, que garantem uma funcionalidade ambientalmente correta e sem contaminação.

O chorume, ou lixiviado, é uma substância gerada a partir da decomposição da matéria orgânica descartada. Nos lixões, o risco é alto que esse líquido polua solo, águas subterrâneas e rios. O Aterro de Ipojuca possui um sistema de impermeabilização por mantas de PEAD e atende todos os requisitos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

Possui cerca de 44 hectares de extensão, com vigilância 24h, prédio administrativo, guarita, balança de pesagem dos resíduos, laboratório para análise do chorume e lagoas de captação da água desmineralizada. Atualmente, recebe uma média de 140 toneladas de lixo domiciliar e resíduos sólidos diariamente.

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