CODEAM: Órgão municipalista do Agreste segue recomendação da AMUPE e decide fechar prefeituras

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CODEAM: Órgão municipalista do Agreste segue recomendação da AMUPE e decide fechar prefeituras

Foi realizada na manhã desta segunda-feira (28) na sede da Comissão de Desenvolvimento do Agreste Meridional (Codeam) em Garanhuns, uma reunião tendo como foco a situação vivenciada pelas gestões municipais do agreste. Ao mesmo tempo em Recife acontece o 6º Congresso dos Municípios.

Enquanto o evento na capital era aberto com as presenças da Governadora e Vice, Raquel Lyra e Priscila Krause, respectivamente, além de parlamentares e prefeitos de todo o estado, uma reunião menor mas nem por isso menos representativa estava em andamento em Garanhuns, na sede da Codeam.
Além do presidente daquela instituição municipalista e prefeito de Calçado, Expedito Nogueira, o ato contou com as presenças da Prefeita de Palmeirina e vice-presidente do órgão, Dra. Thatianne Macedo; do Prefeito de Jucati, Ednaldo Peixoto; da Prefeita de Brejão, Beta Cadengue; Prefeito de São João, Wilson Lima; do Prefeito de Angelim, Douglas Duarte; do Prefeito de Caetés, Nivaldo Tirrí; da ex-prefeita e secretária executiva da Codeam, Neide Reino; do Advogado Dr. Luciclaúdio Góis, além de representações da imprensa regional e diretores do órgãos municipalistas regionais.
Na oportunidade entre muitas opiniões os prefeitos chegaram ao consenso de, em razão da grave crise financeira que assola os entes municipais, acatar a sugestão dada pela Associação Municipalista de Pernambuco – AMUPE -, de paralisação das atividades das prefeituras de Pernambuco neste dia 30 de Agosto, próxima quarta-feira.

A medida valerá para todos os setores, com exceção dos serviços essenciais, a exemplo dos órgãos de saúde. Alguns gestores defenderam a possibilidade do fechamento dos órgãos municipais durante dois dias, no entanto decidiram com maioria pela paralisação por 24 horas, para que a população não fosse ainda mais penalizada.

Para o advogado Luciclaudio Góis, presente na reunião, após a decisão dos gestores deve ser emitido pelas gestões um Decreto Municipal, o que os resguardaria os prefeitos de possíveis sanções pela paralisação das atividades, com desdobramentos imprevisíveis.

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