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Delegada Gleide Ângelo apresenta projeto de lei que garante suporte às vítimas de assédio em bares e restaurantes do estado – Blog Ponto de Vista

Delegada Gleide Ângelo apresenta projeto de lei que garante suporte às vítimas de assédio em bares e restaurantes do estado

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Deputada Delegada Gleide Ângelo

A deputada Delegada Gleide Ângelo apresentou um novo projeto de lei que obrigada que bares, restaurantes, boates e casas noturnas adotem medidas de suporte e proteção a mulheres em situação de risco sob suas dependências. Assim, a medida é um importante recurso para identificar e combater casos de assédio sexual e violência contra mulheres nestes espaços onde é comum que o flerte se transforme numa abordagem agressiva e violenta.

Há menos de um mês, foi manchete nos principais jornais do estado, o caso de uma mulher que foi espancada após reagir a comentários agressivos, de baixo calão e agressões verbais com conteúdo sexual proferidos contra ela num bar da zona norte do Recife. “Todas nós já conhecemos ou mesmo fomos vítimas de abordagens de cunho sexual agressivas e inconvenientes em bares, festas e shows, por exemplo. Um momento que deve ser de descontração e lazer se torna um ato de violência e desrespeito quando uma mulher tem sua liberdade cerceada por comentários ou ações predatórias praticadas por alguns homens”, comenta a Delegada.

Assim, o projeto apresentado determina que os funcionários deste tipo de estabelecimento devam ser capacitados para prestar atendimento humanizado, acolhedor e livre de preconceito às clientes que se sintam em situação de desconforto e risco. Ademais, o comércio deve disponibilizar um funcionário que acompanhe a vítima até o carro, além de se responsabilizar em acionar a polícia ou demais órgãos competentes quando necessário. “O assédio é uma forma de violência contra as mulheres que se caracteriza em abordagens de conotação sexual, machistas e misóginas, não solicitadas, muito menos aceitáveis. São as ofertas ofensivas de favores sexuais ou mesmo a busca de contato físico ou verbal de modo predatório. Estamos em 2023 e ainda precisamos deixar claro que não é não”, explica a parlamentar.

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