Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Joel da Harpa garante: efetivo e blindagem poderiam ter evitado morte de policial – Blog Ponto de Vista
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Joel da Harpa garante: efetivo e blindagem poderiam ter evitado morte de policial

O incidente em Santa Cruz do Capibaribe traz à tona um problema que vem se arrastando na Polícia Militar de Pernambuco (PMPE): a falta de blindagem das viaturas. Tal qual os carros fortes são blindados para transporte na área de segurança de valores, os veículos utilizados para ações de segurança pública deveriam proporcionar maior proteção para os profissionais, cujas vidas são mais valiosas do que qualquer bem material. Investem milhões em viaturas para dar uma falsa idéia de segurança, enquanto colocam pais e mães de família em risco de morte. Os veículos não são blindados, muitos não são adequados para o uso em ocorrências e nas estradas. Outro grande problema que existe mas que os policiais não podem reclamar, sob o risco de serem penalizados. Há anos que questionamos o lançamento de viaturas nas ruas com apenas dois homens, sendo um atuando como motorista, portanto, não tem como o mesmo ter reação numa ocorrência. É o mesmo que jogar Daniel nas covas dos leões. O número mínimo ideal de policiais numa viatura é de três profissionais: um para dirigir, um para comandar e outro para abordar. Um garantindo a segurança do outro. Muitas vezes, é preciso mandar duas três viaturas para ter um mínimo de efetivo para a realização de uma ação. Portanto, não posso calar diante do clamor desses heróis que arriscam suas vidas nas ruas, garantindo a segurança da população. Quando um policial é assassinado, morre com ele a esperança de dias melhores numa sociedade tomada pela violência.

O incidente em Santa Cruz do Capibaribe traz à tona um problema que vem se arrastando na Polícia Militar de Pernambuco (PMPE): a falta de blindagem das viaturas. Tal qual os carros fortes são blindados para transporte na área de segurança de valores, os veículos utilizados para ações de segurança pública deveriam proporcionar maior proteção para os profissionais, cujas vidas são mais valiosas do que qualquer bem material.
Investem milhões em viaturas para dar uma falsa idéia de segurança, enquanto colocam pais e mães de família em risco de morte. Os veículos não são blindados, muitos não são adequados para o uso em ocorrências e nas estradas. Outro grande problema que existe mas que os policiais não podem reclamar, sob o risco de serem penalizados.
Há anos que questionamos o lançamento de viaturas nas ruas com apenas dois homens, sendo um atuando como motorista, portanto, não tem como o mesmo ter reação numa ocorrência. É o mesmo que jogar Daniel nas covas dos leões. O número mínimo ideal de policiais numa viatura é de três profissionais: um para dirigir, um para comandar e outro para abordar. Um garantindo a segurança do outro. Muitas vezes, é preciso mandar duas três viaturas para ter um mínimo de efetivo para a realização de uma ação.
Portanto, não posso calar diante do clamor desses heróis que arriscam suas vidas nas ruas, garantindo a segurança da população. Quando um policial é assassinado, morre com ele a esperança de dias melhores numa sociedade tomada pela violência.

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