Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Legislativo de São José da Coroa Grande, um Poder que nos envergonha – Blog Ponto de Vista
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Legislativo de São José da Coroa Grande, um Poder que nos envergonha

Legislativo de São José da Coroa Grande, um Poder que nos envergonha

A Casa Amaro Marcelo de Melo, sede do Poder Legislativo de São José da Coroa Grande, local onde deveria ser território voltado a debater matérias de interesse público, há muito perdeu a sua finalidade para dar espaço a discussões improdutivas e que em nada atendem aos anseios da população coroense. Eleitos para o propósito fiscalizar o Poder Executivo Municipal e reproduzir em seu trabalho leis e requerimentos que atendam aos anseios dos cidadãos, os atuais vereadores estão longe de representarem o papel para o qual foram confiados a exercer, tudo porque, ao invés de concentrarem os esforços na promoção de agenda progressista que contribua na construção e desenvolvimento do Município, aplicam-se com afinco em um expediente que tem como principal pauta a busca pelo poder e o atendimento aos interesses próprios, que vale destacar, em nada combina com a função para o qual foram escolhidos. É interessante frisar que a responsabilidade pela composição da atual Câmara recai sobre a população, e esta, por sua vez, tem não só o dever, mas primordialmente o direito de cobra-lhes uma postura que seja à altura do cargo. Voltados para uma disputa que visa a conquista ou manutenção Poder os atuais vereadores perdem a oportunidade de explorar o potencial que carregam não se importando com estão sendo vistos hoje pela sociedade ou de como serão lembrados no futuro. Ao que parece, o jogo de interesses os contaminou e os impediu de enxergar o quanto a suas atitudes estão sendo prejudicial não só para a população, mas também para a própria imagem. É triste ver que habilidades estão sendo desperdiçadas e que os vereadores estão preocupados apenas com a disputa por cargos na Mesa Diretora e de olho em assessorias. É inadmissível saber que em 55 anos de existência a Câmara de Vereadores nunca se preocupou em realizar um Concurso Público, o que sem dúvida reduziria a ganância pelo apoderamento da máquina pública e possibilitaria a inserção de quadros técnicos na Casa. A verdade é que falta-nos uma Câmara que em outros momentos tinha Janete Buarque, Amaro Marcelo de Melo, Dr. Severino, José Pedro dos Santos (Eié), Saulo da Farmácia e um Júlio Veras da década de 2000, entre outros quadros que faziam jus à função. Já está mais do que na hora de todos os vereadores reconhecerem os seus erros, deixarem de lado as vaidades e verem o quão grave é o dano que estão causando a imagem do Poder Legislativo Municipal. Escrito por Wellington Ribeiro

A Casa Amaro Marcelo de Melo, sede do Poder Legislativo de São José da Coroa Grande, local onde deveria ser território voltado a debater matérias de interesse público, há muito perdeu a sua finalidade para dar espaço a discussões improdutivas e que em nada atendem aos anseios da população coroense.

Eleitos para o propósito fiscalizar o Poder Executivo Municipal e reproduzir em seu trabalho leis e requerimentos que atendam aos anseios dos cidadãos, os atuais vereadores estão longe de representarem o papel para o qual foram confiados a exercer, tudo porque, ao invés de concentrarem os esforços na promoção de agenda progressista que contribua na construção e desenvolvimento do Município, aplicam-se com afinco em um expediente que tem como principal pauta a busca pelo poder e o atendimento aos interesses próprios, que vale destacar, em nada combina com a função para o qual foram escolhidos.

É interessante frisar que a responsabilidade pela composição da atual Câmara recai sobre a população, e esta, por sua vez, tem não só o dever, mas primordialmente o direito de cobra-lhes uma postura que seja à altura do cargo.

Voltados para uma disputa que visa a conquista ou manutenção Poder os atuais vereadores perdem a oportunidade de explorar o potencial que carregam não se importando com estão sendo vistos hoje pela sociedade ou de como serão lembrados no futuro. Ao que parece, o jogo de interesses os contaminou e os impediu de enxergar o quanto a suas atitudes estão sendo prejudicial não só para a população, mas também para a própria imagem.

É triste ver que habilidades estão sendo desperdiçadas e que os vereadores estão preocupados apenas com a disputa por cargos na Mesa Diretora e de olho em assessorias. É inadmissível saber que em 55 anos de existência a Câmara de Vereadores nunca se preocupou em realizar um Concurso Público, o que sem dúvida reduziria a ganância pelo apoderamento da máquina pública e possibilitaria a inserção de quadros técnicos na Casa.

A verdade é que falta-nos uma Câmara que em outros momentos tinha Janete Buarque, Amaro Marcelo de Melo, Dr. Severino, José Pedro dos Santos (Eié), Saulo da Farmácia e um Júlio Veras da década de 2000, entre outros quadros que faziam jus à função.

Já está mais do que na hora de todos os vereadores reconhecerem os seus erros, deixarem de lado as vaidades e verem o quão grave é o dano que estão causando a imagem do Poder Legislativo Municipal.

Escrito por Wellington Ribeiro

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