Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Política em Dia (30/09) – Clãs crescem, clãs descem – Por Marcelo Velez – Blog Ponto de Vista
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Política em Dia (30/09) – Clãs crescem, clãs descem – Por Marcelo Velez

Política em Dia (30/09) – Clãs crescem, clãs descem – Por Marcelo Velez

Após as eleições de 2018, como de costume, as forças políticas tradicionais serão totalmente reformuladas conforme o resultado que surgir das urnas. Os clãs políticos que já existem no estado tentam ampliar ou, ao menos, continuar assegurando as forças que possuem agora. Outros, pensam no futuro e arriscam apostando todas as fichas possíveis. O clã dos Ferreira, liderado por André e Anderson Ferreira, já detém a prefeitura de Jaboatão, segundo maior colégio eleitoral de Pernambuco e querem emplacar um deputado federal, um estadual e um vice-governador. Os mandatos de deputado são garantidos, o que já lhes conferiria um poder imenso somado à máquina municipal, mas, se conseguirem a façanha de eleger Fred Ferreira vice-governador, a família sobe de patamar e passa a ser uma das principais famílias até do Nordeste. Os Bezerra Coelho dominam a prefeitura de Petrolina, possuem o mandato de senador com Fernando e pretendem eleger um federal e um estadual com grandes chances de êxito. O patriarca da família se desgastou muito aliando-se a Temer e rompendo com Paulo na tentativa de sair candidato a governador pelo então PMDB. Ele corre o risco de passar no mínimo 2 anos na oposição estadual e ficar sem significativos espaços no governo.  Os Cavalcanti, dos deputados irmãos Júlio e Zeca, diante da possibilidade factível de ambos ficarem sem mandato, abortaram a candidatura estadual e focaram somente em reeleger Zeca deputado federal, no intuito de continuar com a estrutura mais forte da família. A estratégia, segundo alguns analistas atentos, já surte efeito mas não livra os Cavalcanti da pior das hipóteses totalmente.  Os Costa, liderados pelo candidato a senador Silvio Costa, pretendem eleger dois deputados e tentar arriscar o mandato do pai. Silvio ancora-se no lulismo para tentar a vaga de senador, embora saiba que, caso Armando vença e ele perca, possui cadeira cativa no secretariado estadual. A família Martins tem chances de reeleger Claudiano Filho com tranquilidade. Uma parte da família apoia Paulo, outra está com Armando e uma terceira, menor, vai de Maurício Rands – qualquer que seja o final da história, eles estão debaixo do guarda-chuva. Os Magalhães de Clodoaldo e Eudo, podem encontrar dificuldades após o rompante com João Coutinho, mas controlam uma quantidade significativa de prefeituras e tendem a manter a mesma força política que outrora detêm. Os Lira, liderados pelo ex-deputado e ex-prefeito Elias Lira, possuem todas as chances de conservar o mandato de deputado estadual de Joaquim Lira, filho de Elias e ainda incentivam a candidatura de Paulo Roberto pelo PATRI, que rivaliza diretamente com Davi Muniz a segunda vaga da chapa de deputado federal. Os Cavalcanti de José Humberto e Ricardo Teobaldo são alguns dos mais tranquilos em 2018. Apesar de terem perdido a prefeitura de Limoeiro, conservam muitas bases dentro e fora do berço, então nenhum dos dois deve ter surpresas negativas neste processo. Pelo contrário, Teobaldo tem tudo para estourar de votos.  O deputado estadual Pedro Serafim Neto cansou da vida na Assembleia e quer trocar de lugar com  a irmã Débora Serafim, que vem dando carga há muito tempo para chegar competitiva. O clã que já comandou a prefeitura de Ipojuca, agora luta para não ser apagado do mapa político estadual. Os Amorim, de Petrolina, querem subir de patamar e emplacar dois deputados, Dulcecleide e Odacy. Defensores do lulismo no sertão, tendem a se beneficiar fortemente da escalada de Haddad e do petismo de raiz.  Os Santana de Ipojuca não devem sofrer muitas surpresas e manter o cargo de Simone como deputada estadual. Por último, mas não menos importante, os Labanca devem reeleger Vinícius deputado estadual, mas precisam correr para conseguir os votos necessários e retomar em 2020 a prefeitura de São Lourenço da Mata que é seu principal ancoradouro político. Adendos – Nomes como Queiroz, Urquiza e Patriota figuram na boca dos cochichos como clãs que serão soterrados politicamente. Já os Uchôa, Coutinho, Monteiro e Mendonça devem manter os cargos que já possuem ou ampliá-los. Kamikazes – Este ano, houve quem desistisse de uma reeleição líquida e certa para coordenar campanha majoritária. Então, a ansiedade é grande porque o espaço no governo depende da vitória de seu candidato. Se seus candidatos perderem, correm o risco de ir do céu ao inferno em minutos e passar um bom tempo a pão e água Chiadeira – Alguns candidatos, principalmente a deputado estadual, estão reclamando de não terem a vida resolvida pelo candidato a governador que defendem. Muitos já falam em fazer corpo mole no primeiro turno e apoiar explicitamente no segundo, quando a fatura proporcional já está paga. Escrito por Marcelo Velez

Após as eleições de 2018, como de costume, as forças políticas tradicionais serão totalmente reformuladas conforme o resultado que surgir das urnas. Os clãs políticos que já existem no estado tentam ampliar ou, ao menos, continuar assegurando as forças que possuem agora. Outros, pensam no futuro e arriscam apostando todas as fichas possíveis. O clã dos Ferreira, liderado por André e Anderson Ferreira, já detém a prefeitura de Jaboatão, segundo maior colégio eleitoral de Pernambuco e querem emplacar um deputado federal, um estadual e um vice-governador. Os mandatos de deputado são garantidos, o que já lhes conferiria um poder imenso somado à máquina municipal, mas, se conseguirem a façanha de eleger Fred Ferreira vice-governador, a família sobe de patamar e passa a ser uma das principais famílias até do Nordeste.

Os Bezerra Coelho dominam a prefeitura de Petrolina, possuem o mandato de senador com Fernando e pretendem eleger um federal e um estadual com grandes chances de êxito. O patriarca da família se desgastou muito aliando-se a Temer e rompendo com Paulo na tentativa de sair candidato a governador pelo então PMDB. Ele corre o risco de passar no mínimo 2 anos na oposição estadual e ficar sem significativos espaços no governo. 

Os Cavalcanti, dos deputados irmãos Júlio e Zeca, diante da possibilidade factível de ambos ficarem sem mandato, abortaram a candidatura estadual e focaram somente em reeleger Zeca deputado federal, no intuito de continuar com a estrutura mais forte da família. A estratégia, segundo alguns analistas atentos, já surte efeito mas não livra os Cavalcanti da pior das hipóteses totalmente. 

Os Costa, liderados pelo candidato a senador Silvio Costa, pretendem eleger dois deputados e tentar arriscar o mandato do pai. Silvio ancora-se no lulismo para tentar a vaga de senador, embora saiba que, caso Armando vença e ele perca, possui cadeira cativa no secretariado estadual. A família Martins tem chances de reeleger Claudiano Filho com tranquilidade. Uma parte da família apoia Paulo, outra está com Armando e uma terceira, menor, vai de Maurício Rands – qualquer que seja o final da história, eles estão debaixo do guarda-chuva.

Os Magalhães de Clodoaldo e Eudo, podem encontrar dificuldades após o rompante com João Coutinho, mas controlam uma quantidade significativa de prefeituras e tendem a manter a mesma força política que outrora detêm. Os Lira, liderados pelo ex-deputado e ex-prefeito Elias Lira, possuem todas as chances de conservar o mandato de deputado estadual de Joaquim Lira, filho de Elias e ainda incentivam a candidatura de Paulo Roberto pelo PATRI, que rivaliza diretamente com Davi Muniz a segunda vaga da chapa de deputado federal. Os Cavalcanti de José Humberto e Ricardo Teobaldo são alguns dos mais tranquilos em 2018. Apesar de terem perdido a prefeitura de Limoeiro, conservam muitas bases dentro e fora do berço, então nenhum dos dois deve ter surpresas negativas neste processo. Pelo contrário, Teobaldo tem tudo para estourar de votos. 

O deputado estadual Pedro Serafim Neto cansou da vida na Assembleia e quer trocar de lugar com  a irmã Débora Serafim, que vem dando carga há muito tempo para chegar competitiva. O clã que já comandou a prefeitura de Ipojuca, agora luta para não ser apagado do mapa político estadual. Os Amorim, de Petrolina, querem subir de patamar e emplacar dois deputados, Dulcecleide e Odacy. Defensores do lulismo no sertão, tendem a se beneficiar fortemente da escalada de Haddad e do petismo de raiz. 

Os Santana de Ipojuca não devem sofrer muitas surpresas e manter o cargo de Simone como deputada estadual. Por último, mas não menos importante, os Labanca devem reeleger Vinícius deputado estadual, mas precisam correr para conseguir os votos necessários e retomar em 2020 a prefeitura de São Lourenço da Mata que é seu principal ancoradouro político.

Adendos – Nomes como Queiroz, Urquiza e Patriota figuram na boca dos cochichos como clãs que serão soterrados politicamente. Já os Uchôa, Coutinho, Monteiro e Mendonça devem manter os cargos que já possuem ou ampliá-los.

Kamikazes – Este ano, houve quem desistisse de uma reeleição líquida e certa para coordenar campanha majoritária. Então, a ansiedade é grande porque o espaço no governo depende da vitória de seu candidato. Se seus candidatos perderem, correm o risco de ir do céu ao inferno em minutos e passar um bom tempo a pão e água

Chiadeira – Alguns candidatos, principalmente a deputado estadual, estão reclamando de não terem a vida resolvida pelo candidato a governador que defendem. Muitos já falam em fazer corpo mole no primeiro turno e apoiar explicitamente no segundo, quando a fatura proporcional já está paga.

Escrito por Marcelo Velez

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