Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Prazo de proibição de vendas de guaiamum é prorrogado em seis meses – Blog Ponto de Vista
Deprecated: A função WP_Dependencies->add_data() foi chamada com um argumento que está obsoleto desde a versão 6.9.0! Os comentários condicionais do IE são ignorados por todos os navegadores compatíveis. in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Deprecated: A função WP_Dependencies->add_data() foi chamada com um argumento que está obsoleto desde a versão 6.9.0! Os comentários condicionais do IE são ignorados por todos os navegadores compatíveis. in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Prazo de proibição de vendas de guaiamum é prorrogado em seis meses

O Ministério do Meio Ambiente publicou uma nova resolução prorrogando por mais seis meses o prazo de início da proibição da comercialização do guaiamum, iguaria considerada em alto risco de desaparecimento. O adiamento altera a resolução nº 445, publicada em dezembro, que proíbe a captura, transporte, armazenamento, manejo e comercialização de 74 espécies de peixes e invertebrados ameaçados de extinção. Pela resolução do Ministério, os bares e restaurantes estariam proibidos de comercializar as espécies da lista a partir do próximo domingo (14). Os estabelecimentos que ainda possuíssem estoque dos crustáceaos teriam até 30 dias para declarar a quantidade armazenada e o prazo de um ano para comercializa-los. A penalização para quem infringisse a determinação podia chegar a cinco anos de prisão, além de multa, variando de acordo com a quantidade da mercadoria. Faltando menos de uma semana para a proibição entrar em vigor, a portaria, de nº 163, adiou por mais 360 dias, a contar da data da publicação da resolução, a comercialização das categorias Em Perigo (EN) e Criticamente em Perigo (CR). Esta última inclui o guaiamum. De acordo com o Ministério, especilistas analisaram nos dois grupos, considerados de interesse para pesca, novos dados sobre a condição populacional das espécies, informações dos estoques e da biologia pesqueira. O órgão anunciou, ainda, que os pesquisadores solicitaram o adiamento do prazo para reavaliação de 31 espécies (incluindo a do guaiamum), levando em conta sua importância econômica e social para o setor pesqueiro. O estudo técnico que resultou na proibição da comercialização do guaiamum e demais espécies, realizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), listou os animais de acordo com sua presença na natureza. “O guaiamum está muito perto de desaparecer. Acreditamos que o Ministério estabeleceu esse novo prazo para adaptação dos estabelecimentos”, comentou Gustavo Moreira, da fiscalização do Ibama no Estado, ao Portal NE10. LEIA TAMBÉM O dono da rede Guaiamum Gigante, Cristiano Falcão, afirmou considerar as determinações positivas, apesar das implicações no comércio. “Desde a publicação da resolução em dezembro do ano passado, a gente se prepara para parar a comercialização. A prorrogação e a lei em si são positivas, mas acho que o problema seria resolvido se a fiscalização fosse mais firme. Há sete anos, o Ibama determinou que o comércio só deveria vender guaiamuns machos, mas muitos cantos vendem as fêmeas. Meu estabelecimento é um dos poucos no Estado que só vendem macho. A proibição seria péssima para mim, porque meu restaurante leva o guaimum no nome desde sua criação há 22 anos”, disse. Outras espécies não citadas na nova portaria continuarão com a comercialização proibida a partir de domingo. Entre elas, estão os peixes e crustáceos popularmente conhecidos como surubim, mero, garopa, matrinxã, lambari, sirigado e piracanjuba. A fiscalização deve começar em agosto. PORTAL NE 10

1225430

O Ministério do Meio Ambiente publicou uma nova resolução prorrogando por mais seis meses o prazo de início da proibição da comercialização do guaiamum, iguaria considerada em alto risco de desaparecimento. O adiamento altera a resolução nº 445, publicada em dezembro, que proíbe a captura, transporte, armazenamento, manejo e comercialização de 74 espécies de peixes e invertebrados ameaçados de extinção.

Pela resolução do Ministério, os bares e restaurantes estariam proibidos de comercializar as espécies da lista a partir do próximo domingo (14). Os estabelecimentos que ainda possuíssem estoque dos crustáceaos teriam até 30 dias para declarar a quantidade armazenada e o prazo de um ano para comercializa-los. A penalização para quem infringisse a determinação podia chegar a cinco anos de prisão, além de multa, variando de acordo com a quantidade da mercadoria.

Faltando menos de uma semana para a proibição entrar em vigor, a portaria, de nº 163, adiou por mais 360 dias, a contar da data da publicação da resolução, a comercialização das categorias Em Perigo (EN) e Criticamente em Perigo (CR). Esta última inclui o guaiamum. De acordo com o Ministério, especilistas analisaram nos dois grupos, considerados de interesse para pesca, novos dados sobre a condição populacional das espécies, informações dos estoques e da biologia pesqueira. O órgão anunciou, ainda, que os pesquisadores solicitaram o adiamento do prazo para reavaliação de 31 espécies (incluindo a do guaiamum), levando em conta sua importância econômica e social para o setor pesqueiro.

O estudo técnico que resultou na proibição da comercialização do guaiamum e demais espécies, realizado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), listou os animais de acordo com sua presença na natureza. “O guaiamum está muito perto de desaparecer. Acreditamos que o Ministério estabeleceu esse novo prazo para adaptação dos estabelecimentos”, comentou Gustavo Moreira, da fiscalização do Ibama no Estado, ao Portal NE10.

LEIA TAMBÉM

O dono da rede Guaiamum Gigante, Cristiano Falcão, afirmou considerar as determinações positivas, apesar das implicações no comércio. “Desde a publicação da resolução em dezembro do ano passado, a gente se prepara para parar a comercialização. A prorrogação e a lei em si são positivas, mas acho que o problema seria resolvido se a fiscalização fosse mais firme. Há sete anos, o Ibama determinou que o comércio só deveria vender guaiamuns machos, mas muitos cantos vendem as fêmeas. Meu estabelecimento é um dos poucos no Estado que só vendem macho. A proibição seria péssima para mim, porque meu restaurante leva o guaimum no nome desde sua criação há 22 anos”, disse.

Outras espécies não citadas na nova portaria continuarão com a comercialização proibida a partir de domingo. Entre elas, estão os peixes e crustáceos popularmente conhecidos como surubim, mero, garopa, matrinxã, lambari, sirigado e piracanjuba. A fiscalização deve começar em agosto.

PORTAL NE 10

COMENTÁRIOS