Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Deputado Romero Sales Filho cobra detalhamento do orçamento da saúde – Blog Ponto de Vista
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Deputado Romero Sales Filho cobra detalhamento do orçamento da saúde

Deputado Romero Sales Filho cobra detalhamento do orçamento da saúde

Depois dos cenários encontrados nos hospitais Getúlio Vargas e Agamenon Magalhães, o deputado Romero Sales Filho encaminhou pedido de informação à Secretaria Estadual de Saúde sobre a execução orçamentária da pasta, sobretudo no tocante à rede própria do Estado e rede gerida pelas Organizações Socais (Oss). Segundo o parlamentar, Pernambuco vive hoje duas realidades na saúde pública: De um lado, uma rede formada pelas UPAs e pelos hospitais de administração indireta que, na grande maioria, prestam um bom atendimento, apesar da alta demanda, e outra formada pelos hospitais públicos geridos pelo próprio Estado, onde faltam insumos básicos e equipamentos hospitalares e pacientes se amontoam em cadeiras, macas improvisadas e até no chão. “No Getúlio Vargas nos deparamos com um cenário de guerra, muitas vezes falta o básico. A reforma da emergência que deveria ter sido finalizada em dezembro de 2018, não foi entregue até o momento. No Agamenon, a situação consegue ser ainda pior. A emergência trabalha quatro vezes além da capacidade e o prédio anexo que deveria ter sido finalizado em 2014, está abandonado”, pontuou. Segundo o balanço orçamentário do Estado, Pernambuco destinou no ano passado 15,35% de sua Receita Corrente Líquida à saúde pública, acima do que determina a legislação, que estabelece um mínimo de 12% da receita. Mas, para o parlamentar, esse investimento não está significando melhoraria do atendimento para a população. De acordo com Romero, é um indício de que esses recursos podem ser mais bem aproveitados. “O projeto do prédio anexo do Agamenon, por exemplo, prevê a acomodação dos ambulatórios, do setor administrativo e dois pavimentos de estacionamento. Esse projeto precisa claramente ser revisto. Se temos uma emergência que não suporta a demanda, como podemos aceitar um novo prédio com dois andares exclusivos para estacionamento?”, questionou. Levantamento realizado pelo gabinete do deputado, no portal Tome Conta, do Tribunal de Contas do Estado, revela que do orçamento total do Estado, três OSs receberam R$ 527,01 milhões, para a prestação de atendimento aos pernambucanos. “Por outro lado, as obras de ampliação do hospital Agamenon Magalhães, orçada em R$ 13,5 milhões, não estão caminhando e a ampliação do Getúlio Vargas parou na primeira etapa, faltando ainda 28 leitos para a sua conclusão”, comparou. “É preciso abrir os números da saúde, comparar o custo por paciente nas duas redes, identificar despesas ruins, onde é possível economizar e trabalhar para que os hospitais públicos possam oferecer aos seus pacientes um atendimento digno”, defendeu.

Depois dos cenários encontrados nos hospitais Getúlio Vargas e Agamenon Magalhães, o deputado Romero Sales Filho encaminhou pedido de informação à Secretaria Estadual de Saúde sobre a execução orçamentária da pasta, sobretudo no tocante à rede própria do Estado e rede gerida pelas Organizações Socais (Oss).

Segundo o parlamentar, Pernambuco vive hoje duas realidades na saúde pública: De um lado, uma rede formada pelas UPAs e pelos hospitais de administração indireta que, na grande maioria, prestam um bom atendimento, apesar da alta demanda, e outra formada pelos hospitais públicos geridos pelo próprio Estado, onde faltam insumos básicos e equipamentos hospitalares e pacientes se amontoam em cadeiras, macas improvisadas e até no chão.

“No Getúlio Vargas nos deparamos com um cenário de guerra, muitas vezes falta o básico. A reforma da emergência que deveria ter sido finalizada em dezembro de 2018, não foi entregue até o momento. No Agamenon, a situação consegue ser ainda pior. A emergência trabalha quatro vezes além da capacidade e o prédio anexo que deveria ter sido finalizado em 2014, está abandonado”, pontuou.

Segundo o balanço orçamentário do Estado, Pernambuco destinou no ano passado 15,35% de sua Receita Corrente Líquida à saúde pública, acima do que determina a legislação, que estabelece um mínimo de 12% da receita. Mas, para o parlamentar, esse investimento não está significando melhoraria do atendimento para a população. De acordo com Romero, é um indício de que esses recursos podem ser mais bem aproveitados.

“O projeto do prédio anexo do Agamenon, por exemplo, prevê a acomodação dos ambulatórios, do setor administrativo e dois pavimentos de estacionamento. Esse projeto precisa claramente ser revisto. Se temos uma emergência que não suporta a demanda, como podemos aceitar um novo prédio com dois andares exclusivos para estacionamento?”, questionou.

Levantamento realizado pelo gabinete do deputado, no portal Tome Conta, do Tribunal de Contas do Estado, revela que do orçamento total do Estado, três OSs receberam R$ 527,01 milhões, para a prestação de atendimento aos pernambucanos. “Por outro lado, as obras de ampliação do hospital Agamenon Magalhães, orçada em R$ 13,5 milhões, não estão caminhando e a ampliação do Getúlio Vargas parou na primeira etapa, faltando ainda 28 leitos para a sua conclusão”, comparou.

“É preciso abrir os números da saúde, comparar o custo por paciente nas duas redes, identificar despesas ruins, onde é possível economizar e trabalhar para que os hospitais públicos possam oferecer aos seus pacientes um atendimento digno”, defendeu.

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