O Deputado Federal Jorge Côrte Real (PTB-PE) decidiu se posicionar, nesta quinta-feira (17), contra a destinação de 3,6 bilhões de reais de dinheiro público para a criação de um novo Fundo Eleitoral. O recurso seria uma solução à proibição pela justiça do financiamento empresarial e já passaria a valer nas próximas eleições. Atualmente o financiamento de campanhas só pode ser feito através de transferência de pessoa física, com valor restrito a 5 mil reais, quantia considerada insuficiente por muitos políticos. De acordo com o projeto, será criado o Fundo Especial de Financiamento da Democracia, com recursos públicos previstos no Orçamento. Se o projeto for aprovado, o valor desse fundo ficará em 0,5% da Receita Corrente Líquida do governo em um ano, o que corresponderá, na próxima eleição a cerca de R$ 3,6 bilhões. "Sou contra a criação do novo fundo eleitoral. O País já enfrenta uma grande crise econômica, inclusive com o governo aumentando a taxação de combustível e agora com o aumento da meta fiscal. O financiamento público pode ser sim o caminho a se seguir, mas a Comissão Especial da Reforma Política tem que rever esses números e encontrar uma forma de não onerar a população com mais esse gasto", comentou Côrte Real.

Deputado ver incoerência em utilizar dinheiro público para financiar campanha enquanto Governo aumenta impostos
O Deputado Federal Jorge Côrte Real (PTB-PE) decidiu se posicionar, nesta quinta-feira (17), contra a destinação de 3,6 bilhões de reais de dinheiro público para a criação de um novo Fundo Eleitoral.
O recurso seria uma solução à proibição pela justiça do financiamento empresarial e já passaria a valer nas próximas eleições. Atualmente o financiamento de campanhas só pode ser feito através de transferência de pessoa física, com valor restrito a 5 mil reais, quantia considerada insuficiente por muitos políticos.
De acordo com o projeto, será criado o Fundo Especial de Financiamento da Democracia, com recursos públicos previstos no Orçamento.
Se o projeto for aprovado, o valor desse fundo ficará em 0,5% da Receita Corrente Líquida do governo em um ano, o que corresponderá, na próxima eleição a cerca de R$ 3,6 bilhões.
“Sou contra a criação do novo fundo eleitoral. O País já enfrenta uma grande crise econômica, inclusive com o governo aumentando a taxação de combustível e agora com o aumento da meta fiscal. O financiamento público pode ser sim o caminho a se seguir, mas a Comissão Especial da Reforma Política tem que rever esses números e encontrar uma forma de não onerar a população com mais esse gasto“, comentou Côrte Real.
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