Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Não há base para ação penal, diz Raquel Dodge ao mandar arquivar apuração sobre Humberto – Blog Ponto de Vista
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Não há base para ação penal, diz Raquel Dodge ao mandar arquivar apuração sobre Humberto

Não há base para ação penal, diz Raquel Dodge ao mandar arquivar apuração sobre Humberto

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, mandou arquivar uma apuração do Ministério Público Federal (MPF) sobre suposto recebimento de vantagem pelo senador Humberto Costa (PT-PE) por apoio político à empresa Odebrecht em favor da negociação e celebração de contrato administrativo no âmbito da Petrobras referente ao Plano de Ação de Certificação em Segurança, Meio Ambiente e Saúde - PAC SMS. Para Raquel Dodge, a apuração dos procuradores não reuniu elementos que amparasse o oferecimento de qualquer denúncia contra o senador, razão pela qual a PGR requereu ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), o arquivamento do procedimento aberto há mais de um ano. O relatório produzido pelo MPF constatou que não ocorreram quaisquer repasses ao parlamentar. Para a procuradora-geral da República, as versões dos delatores "não representam base empírica idônea para a deflagração da ação penal". "Some-se a isso o fato de que os colaboradores nem ao menos conseguiram comprovar a anuência aos fatos ora narrados" e um deles atestou, inclusive, que jamais houve "qualquer intervenção do parlamentar" nas condutas apuradas, segundo Dodge. "Promovo o arquivamento deste inquérito originário exclusivamente em relação a Humberto Costa", concluiu a procuradora-geral.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, mandou arquivar uma apuração do Ministério Público Federal (MPF) sobre suposto recebimento de vantagem pelo senador Humberto Costa (PT-PE) por apoio político à empresa Odebrecht em favor da negociação e celebração de contrato administrativo no âmbito da Petrobras referente ao Plano de Ação de Certificação em Segurança, Meio Ambiente e Saúde – PAC SMS.
Para Raquel Dodge, a apuração dos procuradores não reuniu elementos que amparasse o oferecimento de qualquer denúncia contra o senador, razão pela qual a PGR requereu ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), o arquivamento do procedimento aberto há mais de um ano.
O relatório produzido pelo MPF constatou que não ocorreram quaisquer repasses ao parlamentar. Para a procuradora-geral da República, as versões dos delatores “não representam base empírica idônea para a deflagração da ação penal”. “Some-se a isso o fato de que os colaboradores nem ao menos conseguiram comprovar a anuência aos fatos ora narrados” e um deles atestou, inclusive, que jamais houve “qualquer intervenção do parlamentar” nas condutas apuradas, segundo Dodge. “Promovo o arquivamento deste inquérito originário exclusivamente em relação a Humberto Costa”, concluiu a procuradora-geral.

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