Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Comissão aprova projeto de Eduardo da Fonte que protege consumidor – Blog Ponto de Vista
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Comissão aprova projeto de Eduardo da Fonte que protege consumidor

Comissão aprova projeto de Eduardo da Fonte que protege consumidor

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou um projeto do deputado federal Eduardo da Fonte que prevê punição a agências classificadoras de risco de crédito no Brasil, caso sejam divulgadas informações enganosas sobre a situação financeira de instituições públicas ou privadas. Se uma empresa não cumpre com as obrigações financeiras (o que pode provocar falência), as agências a classificam negativamente, com o intuito de alertar a sociedade e o mercado. Há, no entanto, vários casos de avaliações falsas e tendenciosas cujo objetivo é favorecer instituições. A empresa italiana de laticínios Parmalat, por exemplo, que faliu em2003, foi classificada às vésperas da falência com uma excelente nota, ou seja, que não provocaria risco a investidores. Em 2001, outro caso especulativo envolveu o Banco Santos. Embora a instituição tenha sofrido intervenção pelo Banco Central à época, obanco foi avaliado como confiável. O projeto prevê impedir essas especulações e, consequentemente, evitar prejuízos ao cidadão ao punir agências que divulguem classificações falsas que favoreçam empresas e enganem o consumidor. Atualmente, vários fundos de pensão (responsáveis por aposentadorias de milhões de brasileiros) investem em aplicações financeiras (títulos e ações) de empresas avaliadas por essas agências de rating. O projeto de lei ainda prevê que a agência que divulgar informação falsa seja responsabilizada civil e criminalmente, como ocorre em outros países. A matéria será analisada, agora, pela Comissão deConstituição e Justiça.


A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara aprovou um projeto do deputado federal Eduardo da Fonte que prevê punição a agências classificadoras de risco de crédito no Brasil, caso sejam divulgadas informações enganosas sobre a situação financeira de instituições públicas ou privadas.
Se uma empresa não cumpre com as obrigações financeiras (o que pode provocar falência), as agências a classificam negativamente, com o intuito de alertar a sociedade e o mercado.

Há, no entanto, vários casos de avaliações falsas e tendenciosas cujo objetivo é favorecer instituições. A empresa italiana de laticínios Parmalat, por exemplo, que faliu em2003, foi classificada às vésperas da falência com uma excelente nota, ou seja, que não provocaria risco a investidores.

Em 2001, outro caso especulativo envolveu o Banco Santos. Embora a instituição tenha sofrido intervenção pelo Banco Central à época, obanco foi avaliado como confiável.
O projeto prevê impedir essas especulações e, consequentemente, evitar prejuízos ao cidadão ao punir agências que divulguem classificações falsas que favoreçam empresas e enganem o consumidor. Atualmente, vários fundos de pensão (responsáveis por aposentadorias de milhões de brasileiros) investem em aplicações financeiras (títulos e ações) de empresas avaliadas por essas agências de rating.
O projeto de lei ainda prevê que a agência que divulgar informação falsa seja responsabilizada civil e criminalmente, como ocorre em outros países. A matéria será analisada, agora, pela Comissão deConstituição e Justiça.

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