Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Delegada Gleide e Felipe Carreras apresentam projeto pela criminalização da Violência Patrimonial – Blog Ponto de Vista
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Delegada Gleide e Felipe Carreras apresentam projeto pela criminalização da Violência Patrimonial

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Foi apresentado no Congresso Nacional o projeto de lei n. 2783, fruto do estreito diálogo entre a Delegada Gleide Ângelo com o deputado federal Felipe Carreras. A medida propõe a criminalização da violência patrimonial – uma das cinco formas de violência contra a mulher prevista na lei Maria da Penha, mas ainda pouco discutida em território nacional. “A violência patrimonial acontece quando o agressor usa o dinheiro ou bens materiais para ter controle sobre a mulher. Como Delegada, presenciei vários casos de homens que destruíam objetos de casa, escondiam ou rasgavam documentos, trocavam as senhas do banco sem avisar… Eles bloqueiam o acesso da mulher a bens que podem contribuir para a autonomia dela”, explica a parlamentar.

Apesar da ausência do debate público sobre o tema, a prática é bastante recorrente, haja vista que a agressão se materializa pela tentativa ou completa retenção, subtração, destruição de objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores e direitos ou recursos econômicos. Até mesmo o não pagamento da pensão alimentícia aos filhos ou o uso de chantagem para este pagamento também são exemplos bastante recorrentes no cotidiano de inúmeras mulheres em todo país.

O levantamento do Dossiê Mulher, divulgado pelo Instituto de Segurança Pública do Rio de Janeiro, apontou que, dentre os tipos de violência patrimonial, o crime de danos ao patrimônio é um dos mais recorrentes – e acontece quando o agressor destrói, inutiliza ou deteriora patrimônio alheio, como quebrar o celular da mulher, por exemplo. Depois dele, seguem-se os crimes violação de domicílio e supressão de documentos. Companheiros ou ex-companheiros representam a maioria dos agressores e a própria residência é o local em que ocorrem a maioria dos casos – muitas das vezes na frente dos filhos menores de idade.

Precisamos trazer luz sobre o assunto, porque a violência patrimonial é uma das grandes responsáveis por fazer as mulheres não saírem do ciclo dos relacionamentos abusivos, ainda mais quando elas dependem financeiramente do agressor. Como todos os registros, esse é um dado bastante subnotificado, porque depende da mulher se entender como vítima de uma violência, além de, claro, ter policiais e profissionais da saúde atentos à importância de fazer registro desse tipo de agressão”, pontua a Delegada.

PANDEMIA – Uma outra pesquisa do Instituto DataFolha mostrou que o distanciamento social adotado com a pandemia da Covid-19 também trouxe o agravo de casos de mulheres que denunciam restrições à participação no orçamento familiar e nas decisões de consumo das famílias, mais um exemplo corriqueiro da violência patrimonial de gênero. “A pandemia evidenciou ainda mais o número alarmante de mulheres vítimas de violência doméstica. Inclusive, muitas mulheres tiverem o auxílio-emergencial subtraído por seus agressores, além de ter suas ações controladas de perto. O nosso projeto será uma forma de proteger e dar segurança às nossas mulheres”, disse Felipe Carreras (PSB).

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