Notice: Function _load_textdomain_just_in_time was called incorrectly. Translation loading for the health-check domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170

Notice: A função _load_textdomain_just_in_time foi chamada incorretamente. O carregamento da tradução para o domínio magone foi ativado muito cedo. Isso geralmente é um indicador de que algum código no plugin ou tema está sendo executado muito cedo. As traduções devem ser carregadas na ação init ou mais tarde. Leia como Depurar o WordPress para mais informações. (Esta mensagem foi adicionada na versão 6.7.0.) in /home/u249530162/domains/blogpontodevista.com/public_html/old_blogpontodevista/wp-includes/functions.php on line 6170
Aprovado Projeto de Lei para aquecer o mercado do artesanato pernambucano – Blog Ponto de Vista
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Aprovado Projeto de Lei para aquecer o mercado do artesanato pernambucano

Proposta da deputada Delegada Gleide Ângelo também apoia o trabalho das mulheres artesãs, que são a maioria do setor

Deputada Delegada Gleide Ângelo (PSB)

A crise provocada pela Covid-19 atingiu de diferentes maneiras diversos segmentos econômicos, tanto em escala local, quanto em escala nacional. Com a suspensão das atividades comerciais nos centros de artesanato, turismo e equipamentos culturais, os artesãos pernambucanos foram profundamente afetados pela paralisação do setor. Desta maneira, a Delegada Gleide Ângelo apresentou um projeto de lei para restaurar a dinâmica econômica e social do artesanato no Estado. A medida foi aprovada em plenário na última semana.

O projeto recomenda que o Estado desenvolva ações de apoio aos trabalhadoresdo artesanato a fim de reparar os prejuízos que atingiram à categoria, provocados durante ou depois do presente período de calamidade pública – e dispõe de diretrizes para períodos similares futuros. A promoção de ações para a qualificação profissional destes trabalhadores, assim como o estímulo à capacitação para a continuidade dos saberes populares são alguns exemplos de políticas que podem ser viabilizadas a partir da proposta. “O artesanato tem um papel importante como fonte geradora de renda e de fomento para o turismo e cultura local e nacional. É fundamental garantir todos os direitos e gerar oportunidades para as famílias que vivem do artesanato. Por isso, estamos trabalhando para criar as condições necessárias para que nossos artesãos possam recuperar os danos sofridos durante a fase mais crítica da pandemia”, explica a Delegada.

É sabido o quanto o artesanato pode oferecer para o desenvolvimento local em uma comunidade que tem a atividade como principal fonte de renda. Uma pesquisa do IBGE (2001) apontou que os trabalhadores da área movimentam mais de R $50 bilhões por ano no Brasil. No âmbito local, a Fenearte, considerada a maior feira de artesanato da América Latina, movimentou em sua última edição (2019) cerca de R$45milhões e recebeu um público estimado em 300 mil pessoas, além de ter gerado cerca de 2,5 mil vagas de empregos temporários. Tais estatísticas reiteram a força e a importância do setor para a economia pernambucana, sendo seu amparo imprescindível para a reestruturação econômica estadual.

Um outro levantamento, desta vez feito pelo Instituto de Capacitação e Apoio ao Empreendedor (Centro CAPE), que organiza a Feira Nacional de Artesanato (FNA), apontou que as mulheres são a maioria no segmento em todo país: cerca de 75%. Dados do DataSebrae também corroboram este cenário, apontando que 77% dos artesãos brasileiros são do sexo feminino. Assim, o projeto da Delegada também abarca estratégias para o empoderamento da mulher artesã, uma vez que estimula o empreendedorismo feminino dentro da cadeia produtiva do artesanato pernambucano. “No Brasil, o artesanato é feito por mulheres. Precisamos oferecer maneiras para capacitar e desenvolver condições para a inclusão dessas mulheres no mercado econômico e de trabalho. É assim que elas constroem uma nova realidade social, familiar e de autoestima. Investir na capacitação econômica das mulheres é investir num caminho para a igualdade de gênero, a diminuição da pobreza e o crescimento econômico inclusivo”, conclui.

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