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Danilo Cabral – Página: 51 – Blog Ponto de Vista
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Tag: Danilo Cabral

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Após derrota na Câmara, governo revoga  decreto sobre dados sigilosos

Após derrota na Câmara, governo revoga decreto sobre dados sigilosos

Para não sofrer uma nova derrota, o governo federal revogou o decreto sobre sigilo nos dados públicos. A revogação foi assinada pelo presidente Jair Bolsonaro na noite ontem (26), uma semana após a aprovação do Projeto de Decreto Legislativo, elaborado por deputados do PSB, como Danilo Cabral (PE) e Alessandro Molon (RJ), que suspendeu os efeitos da medida pela Câmara dos Deputados. Foi a primeira derrota do governo na Câmara e havia o risco de a proposição socialista ser confirmada pelo Senado. “É mais uma vitória da sociedade brasileira, que preservou o direito ao acesso às informações públicas. Mais do que nunca, a transparência é fundamental para a democracia brasileira”, comemorou Danilo Cabral. Ele ressaltou que a ampliação de possibilidade para classificação de documentos como secretos limitava o controle social. “Nossa iniciativa garantiu que a Lei de Acesso à Informação (LAI) continue a ser uma arma em defesa do cidadão”, completou. O decreto 9.690/2019 assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão aumentou o rol de comissionados que podem tornar dados públicos ultrassecretos. Com a mudança, chefes de órgãos ligados a ministérios, como bancos públicos e fundações, também passaram a ter a permissão para atribuir sigilo “ultrassecreto" a dados que poderiam ser obtidos pela LAI. Em vigor desde 2012, a Lei de Acesso à Informação permitiu que qualquer pessoa física ou jurídica tivesse acesso a informações públicas mesmo sem apresentar uma razão para solicitá-las. O texto do governo federal tramitava na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público e deveria passar pela Comissão de Constituição e Justiça antes de ir ao Plenário. Partidos da oposição, então, protocolaram um pedido de urgência, que foi aprovado, permitindo que o projeto de lei fosse à votação no Plenário sem passar concluir sua tramitação nas comissões. Em seguida, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), pautou o texto na sessão do último dia 19, quando o governo foi fracassado. Foto: Sérgio Francês [...]
Danilo Cabral representará o PSB na comissão da Reforma da Previdência

Danilo Cabral representará o PSB na comissão da Reforma da Previdência

A proposta da Reforma da Previdência chegou à Câmara Federal nesta quarta-feira (20) e já começou a ter seus pontos analisados pelos parlamentares. O deputado Danilo Cabral (PSB/PE) afirma que o texto tem questões controversas e preocupantes. Entre elas, a ausência de estudos atuariais é fator de atenção. “Seria primordial que já tivessem apresentado estudos que possam embasar a proposta apresentada. Não há como atestar o impacto de cada medida nas contas públicas”, destacou Danilo Cabral, que foi integrante da Comissão Especial que tratou sobre a proposta de reforma previdenciária apresentada no governo do ex-presidente Michel Temer. O parlamentar criticou também a ausência de medidas contra os grandes devedores da Previdência. As dívidas são estimadas em mais de R$ 400 bilhões. Outro item apontado como crítico foi endurecimento das regras para trabalhadores rurais, com aumento da idade mínima, além do aumento da contribuição em cinco anos. Os professores também foram alvo de propostas contestáveis, em que o tempo de contribuição e as idades mínimas foram aumentados. “Além do aumento do tempo de contribuição para essas categorias, iguala-se homens e mulheres com relação a idade mínima. Há uma clara contradição, tendo em vista que a regra geral estabelece a diferença. Vale destacar que as mulheres são maioria na carreira docente”, afirmou. As modificações feitas na aposentadoria por invalidez fazem com que o trabalhador passe a ter direito apenas a 70% do benefício, mais 2% por ano de contribuição que exceder 20 anos. “Nesse caso, se o trabalhador for aposentado por uma incapacidade permanente, ele não tem como dar continuidade em sua contribuição no período subsequente, então nunca atingirá 100% de benefício. É uma injustiça”, pontuou. Por fim, Danilo Cabral critica as mudanças no acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC). “É inaceitável que o governo cogite pagar um benefício inferior a um salário mínimo, como está sugerido na proposta, em que a partir de 60 anos, o benefício é de R$ 400 reais”. O projeto de emenda constitucional (PEC) 9/2019 é, inicialmente, encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, caso seja admitido pelo colegiado, segue para a Comissão Especial. A CCJ, assim como as outras comissões permanentes da Câmara, deve ser instalada após o feriado de carnaval – os partidos ainda discutem a ocupação dos espaços no Legislativo. Só depois, a proposta é votada no Plenário, onde precisa de 308 votos dos 513 deputados.   [...]
Sileno Guedes defende maior participação de municípios no fortalecimento do SUAS

Sileno Guedes defende maior participação de municípios no fortalecimento do SUAS

Para criar novas estratégias de fortalecimento do Sistema Único da Assistência Social (SUAS), o secretário estadual de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude (SDSCJ), Sileno Guedes, se reuniu com conselhos, militantes e gestores da assistência social de mais de 20 municípios pernambucanos durante evento da Frente Pernambucana em Defesa do SUAS, nesta sexta-feira (15). Além do grupo, estiveram presentes os deputados Danilo Cabral (federal) e Isaltino Nascimento (estadual), além de Kátia Cunha e Joelma Karla (integrantes do coletivo Juntas), que destacaram o apoio na construção de ações de enfrentamento aos desafios que têm delineado a política da assistência neste ano. Em discurso durante a participação na mesa de abertura, Guedes destacou a disposição política da SDSCJ em se integrar nesse movimento e da necessidade da participação dos gestores municipais, sobretudo dos prefeitos, na incorporação das forças em defesa do SUAS. “É importante que todo estado de Pernambuco tenha participação no Fórum de Gestores e que as representações locais estejam abertas ao diálogo sobre a necessidade do fortalecimento da Assistência. É fundamental que os municípios se articulem para conseguirmos um movimento de baixo para cima e, assim, contribuirmos mais no avanço da política”, afirmou. Acompanhando o secretário estadual no encontro, o executivo da pasta, Joelson Rodrigues, repassou dados orçamentários da assistência já apresentados pelo Governo Federal. Durante o encontro, Rodrigues pontuou a importância do sistema. “Mais da metade dos pernambucanos são atendidos de alguma forma pelos serviços e programas socioassistenciais, que têm garantido a essas pessoas o acesso aos direitos. Hoje, temos um sistema consolidado e isso aconteceu por conta de várias mobilizações e da criação de projetos e ações importantes, e isso precisa ser mantido e preservado”. Presidente da Frente Parlamentar em Defesa do SUAS e relator da PEC 383, de 2017, que busca garantir 1% da receita da União para o financiamento do sistema, o deputado federal Danilo Cabral frisou a necessidade de estimular a sociedade tanto para o debate como para as reivindicações. “A população ainda não entende a importância do sistema e muita gente só percebe quando o problema chega no seu portão. Precisamos mobilizar a sociedade, mas é importante que os prefeitos se envolvam mais, pois quando os programas de transferência de renda e os serviços da assistência não forem mais repassados ao cidadão, o beneficiado vai cobrar primeiro o município e não o governo federal ”, ressalta. Dentre os encaminhamentos da reunião, estão a construção de um calendário nacional de mobilizações e uma agenda de encontros regionais, a solicitação de audiências públicas e a convocação de mais parlamentares estaduais e federais. Foi pontuado também a necessidade dos estados nordestinos criarem Frentes Parlamentares e a interlocução com conselhos setoriais, como forma de mobilização para garantir o fortalecimento do SUAS. [...]
Danilo Cabral cobra recomposição de orçamento da assistência social

Danilo Cabral cobra recomposição de orçamento da assistência social

A ausência de recursos assegurados na Lei Orçamentária deste ano para o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) pode comprometer a prestação dos serviços na área nos municípios. Por isso, o deputado federal Danilo Cabral (PSB) apresentou dois requerimentos com pedidos de informação aos ministérios da Economia e da Cidadania para saber que providências administrativas estão sendo adotadas para recompor o orçamento da assistência social. “O orçamento do SUAS vem sofrendo cortes sucessivos nos últimos anos e o déficit nas contas só aumenta. Há prefeituras que já não têm viabilidade para fazer a gestão dos serviços da assistência social e já pensam em fechar equipamentos, como os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS)”, afirmou o parlamentar, que coleta assinaturas para o relançamento  da Frente Parlamentar em Defesa do SUAS em março, em Brasília, junto com os movimentos ligados à assistência social de todo o Brasil. No orçamento de 2018, consta um débito de R$ 1,454 bilhão, que somado as necessidades para o funcionamento do sistema em 2019, que são da ordem de R$ 2,535 bilhões, totalizam uma demanda equivalente a R$ 3,989 bilhões. No entanto, o orçamento aprovado para 2019 prevê apenas R$ 1,758 bilhão. Ou seja, permanece um rombo de R$ 2,275 bilhões. “Queremos saber se há previsão para a recomposição desses valores e qual o prazo para isso”, destaca Danilo Cabral. Além disso, o governo federal colocou como despesas condicionadas, ou seja, dependendo da aprovação de crédito adicional pelo Congresso Nacional, R$ 30 bilhões equivalentes à metade dos recursos necessários para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e R$ 15 bilhões proporcionais à metade dos recursos necessários para o pagamento do Bolsa Família. “Precisamos saber quando o governo federal enviará os projetos de lei de crédito adicional para o Legislativo, sob pena de suspensão do pagamento desses benefícios”, justifica o deputado. Danilo Cabral destaca que o período de cadastramento para o BPC termina em março. “O governo federal endureceu as regras – até para ver se consegue cumprir o orçamento deste ano – e mais de um milhão de pessoas não conseguiram se inscrever. Por isso, também pedimos informações sobre as medidas de publicidade e divulgação para o cadastro de pessoas no BPC”, explica. Atualmente, existem 4,5 milhões de pessoas atendidas pelo BPC. Os requerimentos de pedido de informação têm previsão constitucional. Os ministros responsáveis pelas pastas, no caso Paulo Guedes (Economia) e Osmar Terra (Cidadania), têm até 30 dias para respondê-los. A não resposta pode remeter ao crime de responsabilidade. “Desde o ano passado, alertamos para a necessidade de o governo de assegurar os recursos da assistência social e não nos deram ouvidos. Agora, há risco iminente de prejuízo para a parcela da população mais desassistida, que depende dos serviços do SUAS”, criticou o parlamentar. Danilo Cabral é autor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que destina 1% da receita corrente líquida da União para a gestão do Sistema Único de Assistência Social. A PEC do SUAS, como ficou conhecida, aguarda parecer do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre o pedido de seu desarquivamento. Ao final de cada Legislatura, os projetos que não tiveram pareceres emitidos são arquivados. A PEC do SUAS foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e aguardava parecer do relator da Comissão Especial instalada para sua análise. [...]
Deputado cria projeto que busca taxar grandes fortunas

Deputado cria projeto que busca taxar grandes fortunas

O deputado federal Danilo Cabral (PSB/PE) protocolou, no início desta nova Legislatura, o projeto de lei complementar que institui o imposto sobre grandes fortunas. O PLP 9/2019 estipula que as fortunas são bens e direitos, situados no país ou no exterior, que excedam R$ 2 milhões. A proposição também define que a base de cálculo do imposto é o valor do conjunto dos bens e direitos que compõem a fortuna, diminuído das obrigações do contribuinte. Dessa forma, se a fortuna é de R$ 2 milhões a R$ 5 milhões, a alíquota será de 0,5%. Caso seja de R$ 5 até R$ 10 milhões, será de 1%; de R$ 10 milhões a R$ 15 milhões, 1,5% e caso seja mais de R$ 15 milhões será de 2%. Desse valor total, estão excluídos do somatório o imóvel de residência do contribuinte até o valor de R$ 1 milhão; os instrumentos utilizados pelo contribuinte em atividades de que decorram rendimentos do trabalho não-assalariado até R$ 300 mil; e outros bens ou direitos definidos em regulamento até o limite global de R$ 150 mil. Para Danilo Cabral, o projeto é inovador e necessário, visto que poderá ajudar a igualar a economia de forma mais justa para a população. "Será um instrumento efetivo na luta contra essa desigualdade em nossa sociedade. Além disso, poderá gerar um aumento de arrecadação às custas de quem têm mais recursos disponíveis", explica. A partir de agora, o PLP terá sua tramitação encaminhada para as comissões responsáveis e, posteriormente, será votado em plenário.   [...]
Emendas de Danilo Cabral buscam preservação direitos e do patrimônio público

Emendas de Danilo Cabral buscam preservação direitos e do patrimônio público

O deputado federal Danilo Cabral (PSB) protocolou um “pacote"de emendas a três medidas provisórias apresentadas pelo governo federal que tramitam no Congresso Nacional. Dois textos foram editados ainda no governo do ex-presidente Michel Temer, um que trata sobre o saneamento básico e outro que cria o Conselho Diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Do governo Jair Bolsonaro, o parlamentar propõe mudanças na MP 871, que estabelece novas regras na concessão de alguns tipos de benefícios, bem como a revisão daqueles que existe suspeita de irregularidades. “A MP 871 praticamente inviabiliza o acesso da maioria dos agricultores familiares e dos pescadores artesanais à Previdência. Por isso, procuramos apresentar emendas que mantenham o atual modelo no que tange aos trabalhadores rurais”, justifica Danilo Cabral. Ele sugeriu, por exemplo, suprimir do texto a exclusão da possibilidade das entidades sindicais de realizar o atendimento das demandas previdenciárias da população rural e dos segurados especiais. O texto da MP determina que apenas as instituições financeiras possam firmar convênios com as administrações municipais, estaduais e federal para realizar esses atendimentos. Além disso, a MP estabelece que será preciso que o segurado atualize os dados anualmente e que, caso não o faça dentro do prazo determinado, o ano anterior laborado só será computado se o segurado comprovar o recolhimento da contribuição com base na venda da produção. “Essa medida provocará impactos severos na população rural, como aumento da pobreza, retirada de recursos que circulam nos municípios, êxodo rural”, critica o deputado. Ainda sobre a MP 871, Danilo Cabral pede modificações em relação à perda de qualidade do segurado, às novas regras de revisão do benefício e ao prazo para o requerimento do salário-maternidade. A maioria das alterações propostas pelo deputado são relacionadas à Medida Provisória 868/118, que reforma o marco legal do saneamento básico no país. Para Danilo Cabral, que coleta assinaturas para a recriação da Frente Parlamentar em Defesa do Saneamento Básico Público, a MP é inconstitucional e lesiva ao patrimônio público. Uma das proposições elaboradas pelo parlamentar estabelece que os reajustes de tarifas decorrentes da prestação de serviços de saneamento básico sejam realizados uma única vez ao ano e submetidos à consulta pública. “É uma forma de estabelecer uma periodicidade e de permitir que o consumidor se organize. A população está sufocada com os aumentos das tarifas, como a de energia e dos combustíveis, não se pode criar novas tarifas ou gerar reajustes que arrochem cada vez mais o bolso da população”, afirma Danilo Cabral. O deputado é autor de dois projetos de lei semelhantes a esta emenda, que tratam sobre as correções nos preços do gás e da gasolina. Outra emenda à MP 868 solicita a supressão de um artigo que valoriza a iniciativa privada em detrimento das empresas públicas, uma vez que as primeiras poderão se concentrar em ter somente a concessão dos grandes e mais rentáveis municípios, deixando os pequenos e menos rentáveis para os estados. "Este tipo de condição reduz as chances de realização de investimentos nos municípios mais necessitados, considerando que, quando uma mesma empresa é detentora das concessões, o lucro aferido nos grandes municípios viabiliza o investimento nos municípios menores", defende Danilo. O deputado também pede a exclusão do artigo que visa a criação de condições para a privatização das empresas estaduais de saneamento básico, uma vez que essas não dispõem de ativos para venda. Além disso, ele pede o reconhecimento dos quilombolas, que não estão sendo tratados no texto da medida. Por fim, Danilo Cabral protocolou duas emendas relacionadas à criação do Conselho Diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Elas tratam sobre o consentimento para o tratamento de dados pessoais. [...]
Danilo Cabral repudia declarações desrespeitosas do ministro da Educação

Danilo Cabral repudia declarações desrespeitosas do ministro da Educação

“Venho por meio desta nota manifestar o meu repúdio às recentes declarações do atual ministro da Educação, Sr. Ricardo Vélez Rodríguez, que se referiu aos brasileiros como “ladrões” e “canibais”. O ataque generalizado proferido pelo Sr. Velez é leviano, ofende o povo brasileiro e é incompatível com a conduta de um ministro de estado. A declaração nos inferioriza como sociedade e reflete total desconhecimento sobre a população brasileira, que reflete um povo honesto e trabalhador. Apesar de existir no Brasil, assim como em todos os países do mundo, os referidos desvios de conduta não são praticados pela maioria dos brasileiros. Portanto, é inaceitável que uma autoridade do primeiro escalão do governo federal se refira dessa forma à sociedade brasileira. Mais uma vez o ministro da Educação  se envolve em polêmicas etéreas para desviar o foco das questões estratégicas da educação no Brasil, que está gravemente ameaçada pelo congelamento de recursos pelos próximos 20 anos. Nada se discute sobre o fato de termos 31,2% da população entre 18 e 24 anos que não frequenta e não concluiu o ensino médio; de haverem somente 25,6% das crianças até 3 anos de idade frequentando creches; ou mesmo por existirem somente 11,5 % de matrículas da educação básica em tempo integral. Ao invés de enfrentar o problema do acesso ao ensino superior no Brasil, no qual somente 23,2% da população entre 18 e 24 anos está matriculada, sendo que a média da América Latina é de 40%, o ministro defende uma universidade para a elite, argumentando que existem vagas demais. Uma afirmação completamente descabida em um país que possui apenas 54% dos docentes da educação básica com formação superior compatível com a disciplina que lecionam. A verdade é que até o presente momento o ministro não conseguiu apresentar nenhuma proposta relevante para enfrentar os verdadeiros dilemas da educação no Brasil. Diante do exposto, reafirmo minha indignação com as declarações ofensivas do Sr. Velez e minha preocupação com a indefinição e a falta de nitidez sobre os reais objetivos do governo para a educação no Brasil. Seguiremos vigilantes. Nenhum ataque à educação e ao povo brasileiro passará incólume por nossa Comissão.” Danilo Cabral - Presidente da Comissão de Educação [...]
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